domingo, 13 de maio de 2012

Mães escolhidas a Dedo

Mães escolhidas a Dedo 

Ex-"Campeão do aborto" se converte ao movimento pró-vida

Madrid, Espanha, 12 de novembro, 2008 / 09:21 (CNA) -. O jornal espanhol "La Razón" acaba de publicar um artigo sobre a conversão ao movimento pró-vida de um ex-"campeão do aborto."  Stojan Adasevic, que realizou 48,000 abortos, às vezes chegando ao número de até 35 abortos por dia, é agora o mais importante líder pró-vida na Sérvia, após 26 anos como o médico mais renomado do aborto no país.
Segundo Adasevic "Os manuais de medicina do regime Comunista diziam que o aborto era apenas a remoção de uma mancha de tecido", e "a chegada dos aparelhos de ultra-som que permitiam a visão da vida fetal chegaram apenas depois dos anos 80, mas mesmo depois eles se recusaram a mudar aquela opinião histórica. Contudo, eu comecei a ter pesadelos".
Ao descrever sua conversão histórica, Adasevic "sonhou com um belo campo cheio de crianças e jovens que estavam brincando e rindo, de 4 a 24 anos de idade, mas que fugiam dele com medo. Foi então quando um homem vestido com um hábito preto e branco começou a olhar mim, em silêncio. Este sonho foi se repetindo a cada noite, ao que eu acordava suando frio. Uma noite, eu perguntei ao homem de preto e branco quem ele era. "Meu nome é Tomás de Aquino", respondeu". Adasevic, educado em escolas comunistas, nunca tinha ouvido falar do santo e gênio Dominicano."Eu não reconheci o nome ".
"Por que você não me pergunta quem são essas crianças?", questionou o santo a Adasevic em seu sonho.
"Eles são aqueles que você matou com seus abortamentos", São Tomás afirmou a ele.
"Então Adasevic acordou impressionado e decidiu não realizar abortos nunca mais", afirmou o artigo.
"Naquele mesmo dia um primo veio até o hospital com sua namorada, grávida de 4 meses, que gostaria de realizar nela o seu nono aborto - um hábito bem frequente nos países do bloco soviético. O médico concordou. Ao invés de remover o feto pedaço por pedaço, ele decidiu desmontá-lo e removê-lo como uma massa única. Contudo, no momento em que o feto foi totalmente destruído e retirado, seu coração pequeno ainda batia. Adasevic percebeu isso, e se deu conta de que tinha acabado de matar um ser humano".
Após essa experiência, Adasevic "disse ao hospital que ele deixaria de fazer abortos. Nunca antes um médico na Iugoslávia comunista havia se recusado a fazer abortos. Então eles cortaram seu salário pela metade, demitiram sua filha de seu emprego, e impediram seu filho de ingressar na universidade".
Depois de anos de pressão e sofrimento, e quase a ponto de voltar ao antigo hábito de fazer abortos, ele teve um outro sonho com Santo Tomás.
"Você é um bom amigo, não desista", lhe disse o homem de preto e branco. Adasevic buscou se envolver com o movimento pró-vida e por fim acabou conseguindo o feito de exibir na TV da Iugoslávia o filme "O Grito Silencioso" do Dr. Bernard Nathanson, duas vezes.
Adasevic já contou a sua história em diversos jornais e revistas do leste europeu. Ele voltou a fé ortodoxa, que viveu durante sua infância, voltou sua atenção aos escritos de São Tomás de Aquino.
"Influenciado por Aristóteles, Tomás escreveu que a vida humana começa quarenta dias após a fertilização", escreveu Adasevic em um artigo. O jornal La Razon comentou que Adasevic "sugere que talvez o santo queria fazer as pazes para esse equívoco." Hoje o médico sérvio continua a lutar pela vida dos nascituros.
 
Fonte:
http://maesdeanencefalo.blogspot.com.br/

João Paulo II: exemplo de devoção à Maria

Sou todo Vosso, Mãe e Senhora!
Há certos acontecimentos da vida de João Paulo II que são dignos de memória, mais ainda que
outros. São aquelas atitudes do Servo de Deus que ainda rendem bons frutos nessa Terra
e terão desdobramentos eternamente, no Céu. Falar sobre isso nunca será demais:
a justiça e a gratidão exigem que esses gestos sejam sempre lembrados.




João Paulo II, Foi beatificado no dia primeiro de maio de 2011, em Roma. Sua vida é esquadrinhada palmo a palmo, e narrada em todo mundo, para todos.
Sobre o "Papa que veio de longe" - timoneiro da "Barca de Pedro" por quase 27 anos - veremos desfilar comentários sobre sua atuação como sacerdote, bispo, arcebispo e cardeal na Polônia ainda comunista. Saberemos como foram seus estudos, sua prisão pelos nazistas, sua política diplomática e suas visitas apostólicas a 129 países.
Aqui conheceremos sua atuação durante o concílio. Poderemos avaliar detalhes e consequências do atentado que sofreu em 1981, bem como de sua doença. Serão lembrados seus sofrimentos e também as alegrias, tristezas e esperanças de seus 84 anos de vida. E é bom que seja assim mesmo: João Paulo II viveu de modo assinalado a História da Igreja e da humanidade. Até que se esgote tudo que se tem a dizer sobre ele, passará um bom tempo.
No entanto, há outras atitudes de Karol Wojtyla, outros acontecimentos também dignos de memória. Eles também são história e devem ser lembrados. São fatos praticados pelo Servo de Deus que ainda continuam a render bons frutos nessa Terra e terão desdobramentos no Céu, eternamente.
Falar sobre isso nunca será demais e a justiça e gratidão exigem que eles sejam sempre lembrados.

Devoto de Maria
Dentro dessa perspectiva estariam, por exemplo, as expressões de devoção a Nossa Senhora, a catequese e todo o apostolado Marial exercido pelo Papa João Paulo II.
Porém, seria um desafio quase invencível enumerar ---mesmo sinteticamente--- todos seus pensamentos, todas suas atitudes e desejos a propósito da Virgem Maria. Nessa contingência, sem a pretensão de esgotá-los, relembremos fatos e manifestações que evocam a devoção de João Paulo II a Maria Santíssima, seus desdobramentos e consequências.



"Totus tuus"
Poucas horas depois de ter sido eleito Papa (17 de outubro de 1978), dirigindo-se ao mundo todo, afim de enunciar as grandes linhas de seu pontificado, ele afirmou: "Nesta hora, [...] não podemos deixar de voltar, com filial devoção, o nosso olhar para a Virgem Maria [...], repetindo as palavras "totus tuus" (todo teu), que [...] gravamos em nosso coração e em nossas armas, no dia da ordenação episcopal".
O que dizer de um homem que, ao atingir a situação mais elevada e augusta dessa Terra, proclama ser "todo de Nossa Senhora"? A resposta é simples e sem exageros: João Paulo II mostrava, assim, ser um homem predestinado. Pois, quem tem devoção a Nossa Senhora traz em sua alma a marca da predestinação.

Consagração a Jesus Cristo pelas Mãos de Maria
Durante seu longo pontificado, nas mais diversas situações, ele tinha seus olhos voltados constantemente para Nossa Senhora.
Aproveitou-se de ocasiões solenes ou intimas, visitas a grandes santuários ou a pequenas igrejas e capelas, fóruns internacionais ou encontros privados para, sempre, renovar sua "consagração a Cristo pelas mãos de Maria" (RMa 48).
Ele escolheu este meio para mostrar ao mundo seu amor à Virgem Maria e seu desejo de viver fielmente esse compromisso de fidelidade a sua devoção mariana. E assim ele agiu até o fim de sua vida.
De onde ele auriu e encontrou fundamentos para essa entranhada devoção a Nossa Senhora?
Sem dúvida alguma, na Tradição Católica e nos exemplos de vida de inúmeros santos. Contudo, a mariologia de João Paulo II foi beneficamente influenciada, sobretudo, por S. Luís Maria Grignion de Montfort (1673-1716) que afirmava: "Toda a nossa perfeição consiste em sermos configurados, unidos e consagrados a Jesus Cristo. Portanto, a mais perfeita de todas as devoções é, incontestavelmente, aquela que nos configura, une e consagra mais perfeitamente a Jesus Cristo.
Ora, sendo Maria, entre todas as criaturas, a mais configurada a Jesus Cristo, daí se conclui que, de todas as devoções, a que melhor consagra e configura uma alma a Nosso Senhor é a devoção a Maria, sua santa Mãe; e quanto mais uma alma for consagrada a Maria, tanto mais será a Jesus Cristo" (Tratado, 120 - in RVM 15).

História de uma devoção
Na verdade, a relação de Karol Wojtyla com Nossa Senhora começou quando ele era menino. Sua mãe terrena morreu quando ele tinha sete anos e o pequeno órfão logo habituou-se a rezar diariamente junto a uma imagem de Nossa Senhora de sua paróquia. Karol desabafava suas alegrias, tristezas e esperanças diante da Mãe Celestial, tal como faria com a sua mãe e, talvez, até com mais confiança. De Nossa Senhora sua alma de criança recebia compreensões e afagos que só a melhor das mães sabe dar.
Tendo nascido e vivido na Polônia onde a maioria de seus compatriotas veneram a Virgem de Czestochowa, padroeira de sua abençoada e mariana terra, esta relação cresceu ao longo da sua existência acompanhando-o em sua formação e durante a vida de sacerdote.
Quando foi eleito bispo, tomou como lema a descrição de um estado de vida que já havia assumido antes e vivia: Totus Tuus. Todo Teu! Uma de suas frases poderia resumir a razão de ele dizer "Totus Tuus" a Maria: "Importa reconhecer que, antes de que qualquer outro, o próprio Deus, o Pai eterno, confiou-se à Virgem de Nazaré, dando-lhe o próprio Filho no mistério da Encarnação" (RMa 39).

"Rosario: minha oração predileta!"
"O Rosário é a minha oração predileta. Oração maravilhosa! Maravilhosa na simplicidade e profundidade".
Estas palavras de João Paulo II, ditas em 20 de outubro de 1978, uma semana depois de ter sido eleito Papa, ajudam a mostrar atitudes de uma espiritualidade que ele vivia e que tomou mais corpo durante seu pontificado. Nesse período, ele aprofundou e amadureceu sua devoção a Nossa Senhora e disso dava sempre mostras: rezava constantemente o rosário.
Era frequente vê-lo rezar o terço devotamente nos momentos de pausa, em seus traslados no papamóvel, nos encontros mais longos com jovens, enquanto eles executavam músicas para ele, e nas horas de recolhimento diante do Santíssimo Sacramento ou de uma imagem de Nossa Senhora.
Suas inúmeras e importantes atividades nunca foram empecilho que justificassem deixar de rezar o terço. Tornou-se conhecido o fato de que nas audiências que concedia ou nas visitas que fazia, o presente que mais oferecia era sempre um rosário, mesmo que a pessoa não fosse católica ou nem tivesse Fé alguma. Ele chegou mesmo a afirmar que "nunca como no Rosário o caminho de Cristo e o de Maria aparecem unidos tão profundamente. Maria só vive em Cristo e em função de Cristo."

Contemplar com Maria o rosto de Cristo
Não causa espanto que João Paulo II tenha desejado dedicar ao Santo Rosário o ano que antecedeu o Jubileu de Prata de seu pontificado. Essa foi uma atitude querida por ele para incentivar "a contemplação do rosto de Cristo na companhia e na escola de sua Mãe Santíssima. Com efeito, recitar o Rosário nada mais é [que] contemplar com Maria o rosto de Cristo" (RVM - 3). Assim, depois de 25 anos na direção da Igreja, o já então ancião Karol Wojtyla confirmava, uma vez mais, o "Totus Tuus" da sua vida.
"Meditar com o Rosário significa entregar os nossos cuidados aos corações misericordiosos de Cristo e da sua Mãe. À distância de vinte e cinco anos, ao reconsiderar as provações que não faltaram nem mesmo no exercício do ministério petrino, desejo insistir, como para convidar calorosamente a todos, a fim de que experimentem pessoalmente isto mesmo: verdadeiramente o Rosário «marca o ritmo da vida humana» para harmonizá-la com o ritmo da vida divina, na gozosa comunhão da Santíssima Trindade, destino e aspiração da nossa existência".

Ano do Rosário, ano para o rosário
João Paulo II escreveu na Carta Apostólica "Rosarium Virignis Mariae": "na esteira da reflexão oferecida na Carta apostólica "Novo millennio ineunte" na qual convidei o Povo de Deus, após a experiência jubilar, a "partir de Cristo" senti a necessidade de desenvolver uma reflexão sobre o Rosário, uma espécie de coroação mariana da referida Carta apostólica, para exortar à contemplação do rosto de Cristo na companhia e na escola de sua Mãe Santíssima. Com efeito, recitar o Rosário nada mais é senão [que] contemplar com Maria o rosto de Cristo. Para dar maior relevo a este convite, [...] desejo que esta oração seja especialmente proposta e valorizada nas várias comunidades cristãs durante o ano. Proclamo, portanto,o período que vai de Outubro deste ano até Outubro de 2003 Ano do Rosário.

Constante Apostolado através de Maria...
O Papa João Paulo II sempre quis deixar patente diante de todos sua devoção a Nossa Senhora. Essa devoção era uma forma de ele caminhar na santificação, sem dúvida, mas os efeitos dela tinham como corolário fazer apostolado, atrair mais almas para Cristo. Ele sabia que os exemplos influenciam, entusiasmam e arrastam.
João Paulo II encontrou no exercício dessa devoção um modo de, ao mesmo tempo, mostrar seu apreço pela Virgem Maria e praticar uma catequese mariana, alcançando assim um número maior de almas que pudessem abrir seus corações para Jesus Cristo.03.jpg
Todos sabiam que, depois de Papa, ---como já fazia na Polônia--- nunca deixou de praticar a popular devoção dos primeiros sábados, conforme o pedido de Nossa Senhora aos pastorezinhos de Fátima.
Ele quis também demonstrar sua devoção a Nossa Senhora quando atribuiu à intercessão de Maria o fato de ter sobrevivido ao atentado que sofreu na Praça de São Pedro, em 13 de maio de 1981, uma data especialmente associada às aparições da Virgem em Fátima.

...nas audiências públicas
Ele utilizou-se das sempre muito concorridas audiências públicas das quartas-feiras para difundir as glórias de Maria e propagar a devoção a Ela. Entre os anos de 1995 e 1997, em 58 delas, o Sumo Pontífice teve Nossa Senhora como assunto constante dessas audiências.
Com uma didática simples e direta, capaz de atingir qualquer nível de cultura, ele proporcionou aos que tomaram conhecimento dessas homilias uma incursão através de diversos e variados temas que constituem a mariologia.
Numa delas, João Paulo II tratou da "Devoção mariana e o culto das imagens". Foi, então, uma ocasião para Ele afirmar:
"Ao chegar a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de mulher...(Gl 4,4). O culto mariano funda-se sobre a admirável decisão divina de ligar para sempre, como recorda o apóstolo Paulo, a identidade humana do filho de Deus a uma mulher, Maria de Nazaré.
O mistério da maternidade divina e da cooperação de Maria na obra redentora suscita nos crentes de todos os tempos uma atitude de louvor, quer para com o Salvador quer [para com] Aquela que O gerou no tempo, cooperando assim na redenção.
Um ulterior motivo de reconhecido amor pela Bem-aventurada Virgem é oferecido pela sua maternidade universal. Ao escolhê-la como Mãe da humanidade inteira, o Pai celeste quis revelar a dimensão, por assim dizer materna, da Sua ternura divina e da Sua solicitude pelos homens de todas as épocas" (A Virgem Maria - 58 Catequeses do Papa sobre Nossa Senhora. - Aquino, Felipe Rinaldo Queiroz de (org.). - 6ª. ed. - Lorena: Cléofas, 2006, p. 171).
Em outra dessas audiências das quartas feiras, João Paulo II tratou sobre "A oração de Maria". O Papa assim concluía sua reflexão:
"Tendo recebido de Cristo a salvação e a graça, a Virgem é chamada a desempenhar um papel relevante na redenção da humanidade. Com a devoção mariana os cristãos reconhecem o valor da presença de Maria no caminho rumo à salvação, recorrendo a Ela para obter todo o gênero de graças. Eles sabem sobretudo que podem contar com a sua intercessão materna, para receber do Senhor [tudo] quanto é necessário ao desenvolvimento da vida divina e à obtenção da salvação eterna.
Como atestam os numerosos títulos atribuídos à Virgem e as peregrinações ininterruptas aos santuários marianos, a confiança dos fiéis na Mãe de Jesus impele-os a invocá-la nas necessidades quotidianas. Eles estão certos de que o seu coração materno não pode permanecer insensível às misérias materiais e espirituais de seus filhos" (idem - p. 181).

...em qualquer ocasião oportuna
As homilias de João Paulo II sobre a Bem-aventurada Virgem Maria e seu papel e lugar no mistério de Cristo e da Igreja chegam às centenas, não se limitando apenas às alocuções das quartas feiras. Ele dedicou também, em diversas outras ocasiões, um número enorme de orações e consagrações à Santíssima Virgem.
Às vezes, de passagem, em um discurso, uma audiência, ou outra oportunidade qualquer, relevante ou não, nascidas de seu coração, vinham à tona orações, lembranças ou algumas palavras sobre Nossa Senhora e a necessidade de se ter devoção a Ela. Eram sempre palavras acessíveis, porém, elevadas e com fundamento teológico profundo.

Os mistérios de Luz
Se quisermos completar um pouco mais o perfil mariano da alma de João Paulo II, seria bom lembrarmos que ele escreveu a encíclica "Redemptoris Mater" e também a carta apostólica "Rosarium Virginis Mariae".
Estes escritos trazem um conjunto de pensamentos, meditações e afirmações de um Papa que já havia caminhado bastante na estrada de Maria. Eles trazem reflexões de um coração que se apaixonou pela Santa Mãe de Deus, a Virgem Maria.
Como corolário dessas meditações sobre o Rosário, o Papa acrescentou a ele um conjunto novo de cinco mistérios. Eles formam a quarta parte do Rosário e receberam a denominação de "Mistérios Luminosos" ou "Mistérios da Luz".
"Quando recita o Rosário, a comunidade cristã está em sintonia com a memória e com o olhar de Maria." (RVM) Os cinco mistérios acrescentados ao Santo Rosário colocarão o fiel em um tempo maior de contato com Nossa Senhora. E isso é fundamental para o católico, pois, "percorrer com Maria as cenas do Rosário é como ir à 'escola' de Maria para ler a Cristo, para penetrar em seus segredos, para entender sua mensagem."

João Paulo II e Fátima
Provavelmente, a devoção do Papa João Paulo II a Nossa Senhora de Fátima veio de sua época de infância e juventude, pois, na Polônia, desde cedo, a história e a mensagem da Senhora da Cova da Iria foram bastante difundidas.
Os Bispos poloneses participantes do Concílio Vaticano II estavam entre os que mais se entusiasmaram quando se tratou da realização da consagração do Mundo ao Imaculado Coração de Maria, segundo o pedido de Nossa Senhora, em Fátima. Entre estes bispos estava o ainda jovem Dom Wojtyla que participou ativamente da defesa e divulgação dessa Consagração.
Assim ele resumiu seu pensamento sobre esta temática: "Consagrar o mundo ao Coração Imaculado de Maria significa aproximar-nos, mediante a intercessão da Mãe, da própria Fonte da Vida, nascida no Gólgota. Este Manancial escorre ininterruptamente, dele brotando a redenção e a graça." (Homilia do Papa João Paulo II,Fátima, 13 de maio de 1982- in Revista Arautos do Evangelho, Fev/2011, n. 110)
O então Dom Karol Wojtyla participou das quatro sessões do II Concílio do Vaticano. Estava presente quando o Papa Paulo VI anunciou o envio da rosa de ouro ao Santuário de Fátima (21 de Novembro de 1964) e o convite do Cardeal Cerejeira, na última sessão do Concílio, a todos os bispos do mundo, para irem ao Santuário no cinquentenário das aparições (1967).04.jpg
Ao sobrevoar o território de Portugal ---25 de janeiro de 1979--- João Paulo II lembrava-se de Fátima em sua mensagem ao presidente: "com cordiais saudações, vai o nosso pensamento para o dileto povo português, auspiciando-lhe e implorando a Maria Santíssima, tão cultuada especialmente em Fátima, a contínua assistência e favores de Deus" (OR, 11 Mar. 1979, p. 2).

Proteção de Fátima: o Papa não morreu
Em 13 de Maio de 1981 completavam 64 anos da primeira aparição de Nossa Senhora na Cova da Iria. Era também comemorado o cinquentenário da consagração de Portugal ao Imaculado Coração de Maria e o Episcopado Português tinha resolvido que nesse dia seria renovada essa consagração. Para a ocasião, João Paulo II havia enviado um telegrama afirmando considerar-se presente à cerimônia.
O Cardeal D. Antônio Ribeiro leu o texto da consagração e a prece pelas intenções do Papa. Leu também uma mensagem onde agradecia o telegrama do Papa e, em nome de todos, pedia a Nossa Senhora "as melhores graças e bênçãos de Deus" para o Papa (cfr. "Voz da Fátima", 13 Jun. 1981; OR, 9 Mai. 1982, p. 7, cols. 3-4).
Justamente na tarde deste mesmo dia chegou a notícia do atentado contra o Papa. Desde então, no Santuário de Fátima as autoridades eclesiásticas e os peregrinos se uniram em oração pelo Papa.
"Não podíamos deixar morrer o Santo Padre. Pela proteção de Nossa Senhora, Consoladora dos Aflitos, Saúde dos Enfermos, Mãe da Santa Esperança, o Papa não morreu", dizia o Bispo de Leiria, um ano depois. (OR, 9 Mai. 1982, p. 9, col. 1-2).

No ritmo da "Senhora da Mensagem"
Podemos afirmar que, desde esse dia, o pontificado do Papa João Paulo II decorreu ao ritmo da "Senhora da Mensagem", como ele costumava dizer. Alguns momentos são significativos e mostram essa sintonia com a mensagem de Fátima:
- 13 de Maio de 1982 - primeira peregrinação do Papa ao Santuário de Fátima;
- a consagração do Mundo ao Imaculado Coração de Maria, na Praça de S. Pedro, na presença da Imagem de Nossa Senhora de Fátima, da Capelinha das Aparições, a 25 de Março de 1984;
- a segunda peregrinação, no décimo aniversário do atentado, a 13 de Maio de 1991;
- a terceira peregrinação com a beatificação dos pastorezinhos Francisco e Jacinta, em Fátima, e o anúncio da terceira parte do segredo de 1917, a 13 de Maio do ano jubilar de 2000, e a sua revelação completa, a 20 de Junho do mesmo ano.
- Finalmente, a nova ida da Imagem de Nossa Senhora de Fátima, à Praça de S. Pedro, no dia 8 de Outubro de 2000, quando o Papa João Paulo II consagrou a Nossa Senhora o novo milênio, na presença dos bispos do mundo inteiro.
Em alocuções e outros documentos oficiais de seu pontificado, João Paulo II refere-se a Nossa Senhora de Fátima em 110 ocasiões diferentes.
O Papa João Paulo II teve uma última atenção para com Fátima: enviou uma mensagem para a Irmã Lúcia que, a 13 de fevereiro de 2005 ainda a pode ler poucas horas antes de falecer. Menos de dois meses depois, 2 de abril, quando morreu João Paulo II, na Praça de S. Pedro ouvia-se constantemente o "Ave de Fátima". Cantando, o povo associava definitivamente João Paulo II a Nossa Senhora de Fátima.


Fonte de adaptação:

Que tipo de mãe você é? Leia e reflita!




Estamos hoje homenageando as mães, um tributo necessário àquelas que podem ser consideradas mães de verdade! Sabemos que muitas mulheres não são dignas de serem chamadas de mães, pois abortam seus filhos, os assassinam filhos, jogam-nos na lata de lixo. Há também mães que impõem sobre seus filhos torturas, castigos extremos, sofrimento, abandono, etc., sem falar naquelas que desonram seus filhos pelo comportamento pecaminoso que exercem, quando descambam para a prostituição, drogas.
 

Porém a grande maioria das mulheres, honram de fato a posição de mães que ocupam. Fazem de tudo para que seus filhos possam vir a ser vidas honradas na sociedade em que vivem. Muitas delas dão até mesmo a própria vida pelos seus filhos, fazendo de tudo para que possam crescer e ocupar espaços de destaque no mundo em que vivemos. Há exemplos de mães que, até mesmo, passaram privações, fome, para que seus filhos se formassem numa faculdade.
Na Escritura encontramos vários exemplos de mães, os quais queremos trazer nesta noite. Vejamos:

ALGUNS EXEMPLOS NEGATIVOS E POSITIVOS DE MÃES DENTRO DA PALAVRA DE DEUS:

A - EXEMPLOS NEGATIVOS:

I – AGAR - A MÃE DISPLICENTE
Gn 21.13-18, "13 Mas também do filho da serva farei uma grande nação, por ser ele teu descendente. 14 Levantou-se, pois, Abraão de madrugada, tomou pão e um odre de água, pô-los às costas de Agar, deu-lhe o menino e a despediu. Ela saiu, andando errante pelo deserto de Berseba. 15 Tendo-se acabado a água do odre, colocou ela o menino debaixo de um dos arbustos 16 e, afastando-se, foi sentar-se defronte, à distância de um tiro de arco; porque dizia: Assim, não verei morrer o menino; e, sentando-se em frente dele, levantou a voz e chorou. 17 Deus, porém, ouviu a voz do menino; e o Anjo de Deus chamou do céu a Agar e lhe disse: Que tens, Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino, daí onde está. 18 Ergue-te, levanta o rapaz, segura-o pela mão, porque eu farei dele um grande povo".

1.. Agar vem do hebraico "rgh" – Hagar – significado "vôo".

2. Notem que Agar, mesmo sabendo da parte de Deus, que Ismael seria pai de muitas nações, abandonou o seu filho achando que o menino ia morrer. Foi incrédula e displicente! Parece que Agar era de fato era "avoada", conforme nos indica seu nome.

II – REBECA - A MÃE PARCIAL
Gn 25.28, "Isaque amava a Esaú, porque se saboreava de sua caça; Rebeca, porém, amava a Jacó".

1. Nome "Rebeca" – Hebraico "hqbr" – Ribqah – significado "amarrar firme", "corda com laçada para amarrar animais pequenos".

2. Todos nós sabemos da trama familiar montada por Rebeca, motivando e incentivando Jacó a enganar seu irmão Esaú, e que em virtude desta trama recebeu a bênção da primogenitura de seu pai Isaque, em lugar de seu irmão.
Tal posição de Rebeca motivou uma intriga familiar muito séria – ódio e ameaça de assassinato. De seu nome podemos deduzir que ela apenas "se amarrou" apenas Jacó, quando de fato era mãe também de Esaú.

B - EXEMPLOS POSITIVOS:

I – EVA - A MÃE A DE TODA HUMANIDADE
Gn 3.20, "E deu o homem o nome de Eva a sua mulher, por ser a mãe de todos os seres humanos".

1. A palavra "Eva" – "hwx" – Chavvah – significa "vida", "vivendo".

2. A primeira mulher recebeu este nome por ser a mãe de todos os seres humanos. Como seu próprio nome indica, Eva deu origem ao processo de "vida" dos seres humanos a partir dela, recebendo o privilégio de ser chamada a "mãe de toda a humanidade".

II- SARA - A MÃE SÍMBOLO DE FÉ
Hb 11.11-12, "11 Pela fé, também, a própria Sara recebeu poder para ser mãe, não obstante o avançado de sua idade, pois teve por fiel aquele que lhe havia feito a promessa. 12 Por isso, também de um, aliás já amortecido, saiu uma posteridade tão numerosa como as estrelas do céu e inumerável como a areia que está na praia do mar".

1. Nome "Sara" – Hebraico "hr s" – Sarah – significado "nobre", "magnífica", "princesa".

2. Sara é um exemplo de fé para todas as mães, uma vez que mesmo sendo impossível gerar um filho pela sua idade avançada, creu nas promessas divinas e Deus a tornou fértil. Assim ela gerou Isaque, que seria o continuador da descendência de Abraão. Vemos nela de fato uma "princesa da fé", podendo ser exemplo para todas as mães. Sua fé é inigualável e deve ser copiada por todas as mães.

III – JOQUEBEDE - A MÃE "AMA DE CRIAÇÃO" DE SEU PRÓPRIO FILHO
Êx 2.1-9, "1 Foi-se um homem da casa de Levi e casou com uma descendente de Levi. 2 E a mulher concebeu e deu à luz um filho; e, vendo que era formoso, escondeu-o por três meses. 3 Não podendo, porém, escondê-lo por mais tempo, tomou um cesto de junco, calafetou-o com betume e piche e, pondo nele o menino, largou-o no carriçal à beira do rio. 4 A irmã do menino ficou de longe, para observar o que lhe haveria de suceder. 5 Desceu a filha de Faraó para se banhar no rio, e as suas donzelas passeavam pela beira do rio; vendo ela o cesto no carriçal, enviou a sua criada e o tomou. 6 Abrindo-o, viu a criança; e eis que o menino chorava. Teve compaixão dele e disse: Este é menino dos hebreus. 7 Então, disse sua irmã à filha de Faraó: Queres que eu vá chamar uma das hebréias que sirva de ama e te crie a criança? 8 Respondeu-lhe a filha de Faraó: Vai. Saiu, pois, a moça e chamou a mãe do menino. 9 Então, lhe disse a filha de Faraó: Leva este menino e cria-mo; pagar-te-ei o teu salário. A mulher tomou o menino e o criou".

1. Nome "Joquebede", Hebraico "dbkwy" – Yowkebed – significado "Javé é a glória".

2. Sabemos que Joquebede foi a ama de seu próprio filho, Moisés. Quando a criança, para escapar da morte, foi colocada sobre o leito do rio e apanhada pela filha de Faraó, Joquebede foi chamada para ser-lhe "ama de criação".
Isto aconteceu porque Joquebede colocou Miriã, sua filha mais velha, para vigiar a criança que deslizava no leito do rio. Foi Miriã que ofereceu à filha de Faraó, os serviços de sua mãe como "babá", o que foi aceito pela princesa. De fato seu nome indica que Joquebede foi uma promotora da "glória" de Javé.

IV - ANA – A MÃE SUPLICANTE
1 Sm 1.10-18, "10 levantou-se Ana, e, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente. 11 E fez um voto, dizendo: SENHOR dos Exércitos, se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva te não esqueceres, e lhe deres um filho varão, ao SENHOR o darei por todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha. 12 Demorando-se ela no orar perante o SENHOR, passou Eli a observar-lhe o movimento dos lábios, 13 porquanto Ana só no coração falava; seus lábios se moviam, porém não se lhe ouvia voz nenhuma; por isso, Eli a teve por embriagada 14 e lhe disse: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti esse vinho! 15 Porém Ana respondeu: Não, senhor meu! Eu sou mulher atribulada de espírito; não bebi nem vinho nem bebida forte; porém venho derramando a minha alma perante o SENHOR. 16 Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial; porque pelo excesso da minha ansiedade e da minha aflição é que tenho falado até agora. 17 Então, lhe respondeu Eli: Vai-te em paz, e o Deus de Israel te conceda a petição que lhe fizeste.18 E disse ela: Ache a tua serva mercê diante de ti. Assim, a mulher se foi seu caminho e comeu, e o seu semblante já não era triste".

1. Nome "Ana", Hebraico "hnx" – Channah, significado "graça".

2. Ana foi a mãe de um dos maiores sacerdotes-profetas do Velho Testamento.
Porém, sabemos as dificuldades que ela enfrentou devido à sua esterilidade, que a motivou "chorar" na presença de Deus, junto ao templo. Vimos que até mesmo o sacerdote Eli a teve por embriagada. Em seu pedido suplicante, ela ofereceu seu filho para o serviço de Deus, cumprindo seu voto mais adiante.

Note que em sua súplica, Ana achou "graça" diante do Senhor.

V – MARIA - A MÃE AGRACIADA E SOFREDORA
Lc 1.30-33, "30 Mas o anjo lhe disse: Maria, não temas; porque achaste graça diante de Deus. 31 Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus. 32 Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; 33 ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim".

Lc 2.34-35, "34 Simeão os abençoou e disse a Maria, mãe do menino: Eis que este menino está destinado tanto para ruína como para levantamento de muitos em Israel e para ser alvo de contradição 35 (também uma espada traspassará a tua própria alma), para que se manifestem os pensamentos de muitos corações".

1. Nome "Maria" – Grego - "Maria" – Maria; Hebraico – "Myrm" - Miryam - significado "rebelião".

2. Maria hospedou em seu ventre o Filho de Deus, o Deus Encarnado, para depois vê-lo ser sacrificado em prol dos pecados humanos, 1 Co 15.3, "Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras". Certamente Maria, agonizou junto à cruz de seu filho. Talvez, esta mulher de Deus, seja a única das mães citadas, cujo nome não faz juz ao seu significado, uma vez que jamais foi "rebelde". A vida de Maria se resume no seguinte ato de obediência: "Cumpra-se em mim segundo a sua palavra", Lc 1.38.

CONCLUSÃO: Que tipo de mães você é?


Enviado por:
Pr andre bruno
rio de janeiro, rj, brasil


Fonte:
http://www.aigrejaquecresce.com/Artigos/Mensagens/tabid/79/articleType/ArticleView/articleId/948/TIPOS-DE-MAES-NA-BIBLIA.aspx 

Porque a vida das mães nos fala de Deus...

Porque a vida das mães nos fala de Deus...


Já virou costume há muitos anos e em todo o mundo, mas, a bem da verdade, por que mesmo um dia só para as mães?

Dar-lhes só um dia é como acreditar que as flores desabrocham apenas uma vez ao ano, que as tangerinas não têm perfume de alegria e são todas do mesmo tom alaranjado, que as nuvens sempre trazem chuvas, que o pôr-do-sol é sempre vermelho, que estrelas não combinam com manhãs claras e que o cisne só canta ao morrer.

Dar-lhes um só dia é como duvidar que a primavera aquece o inverno, que um simples carinho pode curar uma grande ferida, que uma palavra pode mudar toda uma vida, que o amor pode ser eterno, que as crianças crescem a cada segundo.

Dar-lhes um só dia é como defender que as dores são incuráveis, que os amigos, um dia, vão nos trair, que as guerras são de alguma forma benéficas, que vale mais uma conta no banco do que um crédito de felicidade.

Dar-lhes um só dia é como insistir na rotina do relógio, considerando apenas os ponteiros e não o doce trabalhar do tempo em nós; é como desistir de cuidar da folha solitária só porque ainda não brotaram as violetas.

Dar-lhes um só dia é absurdo e ilógico.

Porque as mães nos ensinam a ver a criação, a nos maravilhar diante da natureza, a nos comover frente à dor, a vibrar com uma estrela cadente, a não desenterrar, a cada dia, a semente à espera da árvore.

Porque as mães enxugaram primeiro as nossas lágrimas e absorveram as nossas dores, e nos guiaram os passos, os hesitantes e os decisivos, e nos cobriram de carinho e nos ensinaram a amar.

Porque as mães nos falaram de Deus e com elas fizemos nossa primeira prece.

Porque a vida das mães nos fala de Deus, da gratuidade de seu amor, e por elas, hoje e todos os dias, fazemos uma prece.

Fonte:
http://www.fatima.com.br/site2/index.php?option=com_content&view=article&id=661:porque-a-vida-das-maes-nos-fala-de-deus&catid=68:homenagens&Itemid=393

sábado, 12 de maio de 2012

Dia do Profissional de Enfermagem

12 de maio: Dia do Profissional de Enfermagem 




Peçamos a Deus que sempre encoraje e nunca deixe desanimar estas pessoas que escolhem dedicar suas vidas cuidando dos irmãos para que "a saúde se difunda sobre a terra".



"A saúde é direito de todos e dever do Estado.” (Art. 196 da CF/1988)





sexta-feira, 11 de maio de 2012

Primeira Eucaristia na Comunidade de Santa Rita de Cássia



No ultimo dia 29/04/2012, na Igreja Santa Rita de Cássia, em Brumado, cerca de 24 crianças receberam pela primeira vez o corpo de Cristo através da hóstia consagrada. Desejamos que todos guardem em seus corações e demonstrem em seus atos todos os ensinamentos adquiridos ao longo da catequese que participaram!

Vejamos algumas fotos:

Retiro de preparação para o grande dia.



Seminarista Sandro ensina brincando.





Hora do Lanche. Momento de aprender a partilhar.


Mais dinâmicas.




Tente entender o que está acontecendo...




Preparação. Momentos que antecedem a celebração.








A celebração.




O coral.



As crianças.